07 abril 2008

outras informações sobre mamoplastia de aumento

Mastoplastia de aumento (implante de próteses mamárias)

Mastoplastia ou mamoplastia é o nome dado para as cirurgias das mamas. Alguns tipos de mastoplastia podem ser diferenciados e especificados de acordo com a finalidade da cirurgia, por exemplo:
- Mastoplastia redutora: objetiva diminuir o volume e moldar nova forma às mamas;
- Mastoplastia de aumento: são acrescentadas próteses mamárias (de silicone ou outros produtos) para projetar esteticamente ou preencher deformidades adquiridas;
- Mastopexia ou cirurgia para corrigir a queda, com pequena ou nenhuma redução de volume associada;
- Mastoplastia de equilíbrio: o objetivo é equilibrar as assimetrias muito evidentes.

Vamos esclarecer alguns aspectos relativos à cirurgia de aumento das mamas através de próteses, que podem ser de diversos materiais.

INDICAÇÕES

Esta cirurgia está indicada nos casos de:
- AMASTIA (ausência congênita das mamas);
- HIPOMASTIA (volume diminuído das mamas);
- ASSIMETRIAS (uma mama é muito menor que a outra);
- Nos casos de volume normal, mas quando há o desejo de aumento volumétrico das mamas, nas reconstruções mamárias secundárias e em casos em que há um defeito morfológico deixado pela ressecção da cirurgia anterior.

Recentemente, houve um aumento na procura pela mastoplastia de aumento, justificada por um modismo internacional, aliado à melhor qualidade e segurança das próteses e ao pequeno tamanho das cicatrizes resultantes.

QUANDO OPERAR

As mastoplastias estéticas podem ser realizadas a partir do completo desenvolvimento das mamas. Isto tem ocorrido mais precocemente nas últimas décadas devido às mudanças impostas pelas alterações dos hábitos de vida, como o uso freqüente de hormônios femininos e o início da atividade sexual, dentre outros fatores. Assim, a partir dos 14 a 15 anos já é possível operar as adolescentes com desenvolvimento completo das mamas, atendendo suas necessidades estéticas. Considerando-se o período de lactação, é recomendado aguardar pelo menos seis meses após o término deste período para programar a cirurgia.

AS PRÓTESES MAMÁRIAS

O material empregado na fabricação das próteses mamárias geralmente é um tipo de polímero sintético, comprovadamente biocompatível, conhecido como SILICONE. Este produto faz parte da composição do revestimento da prótese, podendo também ser coberto por outros produtos como o poliuretano (substância sintética que não provoca rejeição e que recobre o silicone como se fosse uma cápsula).

O conteúdo da prótese pode ser o silicone (atualmente de forma gelatinosa e coesiva), o soro fisiológico ou mesmo alguns tipos de óleos. Várias pesquisas têm sido desenvolvidas na procura do material mais adequado para a confecção destas próteses. Cada um destes produtos tem suas particularidades, mas, hoje em dia, o mais usado mundialmente é o silicone. Nestas condições, ele é um produto inerte e com alta segurança já que, devido à sua consistência coesiva, caso haja uma ruptura traumática da prótese, o gel de silicone não dispersa, impregnando os tecidos, sem comprometimento das estruturas corporais vizinhas. É raro, mas pode ocorrer rejeição à prótese de silicone. Também é muito importante a afirmação de que o silicone não foi associado a doenças degenerativas articulares ou ao câncer de mama nestes estudos. O que ocorre é que o silicone poderia dificultar a identificação de uma lesão mamária inicial, mas com o controle através da mamografia periódica e o desenvolvimento de técnicas mais avançadas de avaliação, estes problemas são contornados. Tais assuntos devem ser esclarecidos com o cirurgião, para que o paciente possa sanar as todas as dúvidas e ponderar as particularidades de seus casos.

FUNÇÕES DAS MAMAS

Tanto a redução quanto o aumento das mamas preservam todas as suas funções. Lactação e sensibilidade são mantidas desde que estas condições já existam antes da cirurgia. Logo após a operação, pode haver uma diminuição da sensibilidade que aos poucos irá retornando ao normal. Obviamente que nos casos de retirada da glândula mamária para tratamento de uma doença benigna ou maligna, ou ainda, nas grandes ressecções (chamadas gigantomastias) prévias, estas funções podem estar comprometidas.

SIMETRIA E ASSIMETRIA

É extremamente importante ressaltar que as assimetrias mamárias são muito freqüentes, podendo ser decorrentes do formato assimétrico das mamas ou do tórax (em geral alterações congênitas). Assim, pode-se dizer que a simetria das mamas nem sempre pode ser alcançada pela cirurgia, apesar haver este objetivo. Se a própria natureza não as deixou idênticas, pode-se imaginar que este objetivo não é tão simples de ser alcançado.

A ESCOLHA DO TAMANHO

Na primeira consulta, a cliente avalia, juntamente com o cirurgião, os diversos volumes de próteses mamárias, adequando seu desejo às possibilidades técnicas e ao conjunto estético corporal. Serão apresentadas à paciente as próteses mamárias similares às que serão usadas. Consideramos que a opinião do cirurgião é extremamente importante na determinação do tamanho das próteses pela sua vivência, mas, avaliando todos estes aspectos, a escolha deve ser sempre da paciente. São testados os tamanhos das mamas com moldes, durante a cirurgia, e será escolhido o mais harmônico em relação à estrutura corporal.

AS CICATRIZES

As cicatrizes das mastoplastias de aumento dependerão do tipo e formato das mamas e do que se deseja com a cirurgia. Assim, nas mamas que não apresentam ptose (queda) associada, as cicatrizes poderão ser posicionadas no sulco submamário (formato horizontal) ou na transição da pele da aréola com o restante da mama, em forma semicircular. Já nas mamas ptosadas (caídas) há que se corrigir esta queda com o reposicionamento superior dos tecidos, após a colocação das próteses. Nestes casos, as cicatrizes serão de acordo com a necessidade de acomodação dos tecidos mamários. Costuma-se dizer que “as mamas terão as cicatrizes que merecem” em função das suas condições antes da cirurgia. Cada técnica tem sua indicação apropriada e para alcançar forma e tamanho desejados, a cada paciente será indicada a técnica que deixará as melhores e menores cicatrizes possíveis para cada caso específico.

Atualmente, as técnicas mais comuns para a correção da ptose associada à mastoplastia de aumento deixam as cicatrizes mamárias em forma de “L”, “T” invertido, e ao redor da auréola, que vão adquirir com o tempo, aspecto de uma linha de tonalidade semelhante à da pele e localizadas em áreas que possam ser encobertas pelas vestes de banho. Entretanto, o resultado final vai depender da reação de cada organismo.

Menos freqüentemente, pode ocorrer o inverso e as cicatrizes sofrerem um alargamento, ou tornarem-se grossas, altas e duras, formando quelóides (cicatriz antiestética, elevada de coloração escura). Estes estão relacionados à qualidade da pele e à genética da cliente e não ao modo como foi realizada a cirurgia. Se ocorrerem, o médico lhe dará toda a orientação e tratamento adequado, indicando, quando pertinente, uma cirurgia oportuna para o retoque. Nas cirurgias reconstrutoras, as cicatrizes seguirão o padrão da cirurgia anterior estando de acordo com a deformidade encontrada no momento da reparação.

AVALIAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA

Todos os dados relativos à saúde da paciente serão questionados, incluindo doenças prévias ou em tratamento, uso de medicamentos, tabagismo, alergias medicamentosas, alimentares ou diversas, cirurgias prévias, história familiar para câncer de mama, condições de controle das mamas com o especialista, etc.

Casos de câncer de mama na família, combinados com displasia de alto risco devem ser informados e se tornam uma contra indicação para esta cirurgia. Após conversar o médico e esclarecer todas as dúvidas, ele lhe indicará à paciente alguns exames de rotina, que deverão ser feitos cerca de 10 dias antes da cirurgia. Também uma avaliação clínico-cardiológica (risco cirúrgico) será recomendada. Em casos determinados, o médico pode solicitar a mamografia, ultra-som ou outro exame específico que possa ajudar no esclarecimento diagnóstico.

È importante lembrar das recomendações gerais para as cirurgias, como:
- Não usar, por 2 semanas antes, medicamentos à base de AAS, anticoagulantes, corticóides de uso prolongado ou medicamentos para emagrecer;
- Abstinência do fumo por 30 dias antes da operação;
- Não usar cremes corporais a partir da véspera da cirurgia;
- Jejum de acordo com a recomendação médica (dez horas antes da cirurgia);
- Comunicar ao médico qualquer anormalidade ou uso recente de medicamentos, alergias medicamentosas ou alimentares e alguma outra recomendação que venha a ser pertinente;
- Guardar em casa objetos pessoais como jóias e bijuterias;
- Acordar de jejum no dia da cirurgia, tomar banho completo e chegar ao Hospital uma hora antes da cirurgia com acompanhante.

A CIRURGIA

A cirurgia pode ser realizada ambulatorialmente, ou seja, podendo ter alta hospitalar no mesmo dia da operação. O procedimento dura cerca de duas horas e, em geral, é realizado sob anestesia local com sedação. Pode ser usada outra anestesia como a geral, dependendo da avaliação do caso pela equipe cirúrgico-anestésica. Tudo isto será conversado com a paciente antes da cirurgia, ponderando-se todos os aspectos.

É importante lembrar que o tempo total de permanência no bloco cirúrgico é maior que o tempo real da cirurgia pois o preparo e a recuperação pós-operatória contribuem para este aumento. As incisões (cortes) nas mamas são feitas de acordo com a programação prévia, dissecando-se um espaço para a inclusão das próteses. Tecnicamente, este espaço pode ser: retro glandular (logo atrás da mama), retro fascial (atrás da fáscia peitoral) ou retro muscular (atrás do músculo peitoral maior). Cada possibilidade será explicada detalhadamente pelo seu médico.

A prótese é posicionada e recoberta pelo tecido mamário, que então é suturado por cima dela com diversos tipos de pontos. Quando indicado, corrige-se a ptose (queda) associada. O curativo é feito de forma a ajudar na modelagem das mamas, devendo ser sobreposto por um sutiã adequado (sem rendas ou aros, de forma a moldar toda a mama e justo ao tórax, sem estar apertado). A retirada do sutiã é autorizada somente para o banho.

Toda e qualquer anormalidade encontrada durante a cirurgia, como cistos ou nódulos, será encaminhada para exame específico, assim como também serão examinadas as peças cirúrgicas removidas nas cirurgias redutoras ou modeladoras. Os custos destes exames são de responsabilidade da paciente, devendo ser acertados diretamente no hospital ou laboratório responsável pela execução dos mesmos.

ORIENTAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

Normalmente, esta cirurgia não apresenta um pós-operatório doloroso. Mesmo assim se apresentar algum grau aumentado de sensibilidade dolorosa, o uso de analgésicos comuns resolve bem e será recomendado na prescrição de pós-operatório. Medicamentos devem ser utilizados conforme recomendação médica, seguindo todas as orientações dadas pela equipe cirúrgica. É melhor que a paciente esclareça as dúvidas com quem a operou ao invés de pedir orientações a amigos, que não conhecem detalhadamente o caso.

A paciente receberá alta hospitalar com todas as recomendações necessárias a uma boa recuperação:
- Repouso de atividades físicas e limitação de movimentos bruscos e amplos dos braços;
- Deitar com o tronco elevado por almofadas e travesseiros. Não deitar de lado ou de bruços até que seja autorizado pelo cirurgião;
- Banhos ou trocas do sutiã somente com a autorização da equipe cirúrgica, geralmente no 1º dia após o procedimento cirúrgico;
- Não trocar ou manipular os curativos, mesmo que haja um pequeno sangramento (que é normal e não deve assustar a paciente). Todas as trocas de curativos deverão ser feitas pela equipe cirúrgica ou orientadas por ela;
- Movimentação dos membros inferiores e pequenas caminhadas são muito importantes para a prevenção de tromboses e embolias;

*OBSERVAÇÃO: Sangramentos copiosos ou variações volumétricas exageradas (aumento da mama) na maioria das vezes unilateral e de acontecimento súbito, acompanhados de dor, devem ser imediatamente comunicados ao médico. Pode se tratar de um hematoma, que deve ser avaliado prontamente.

- Os retornos para a retirada de pontos e avaliação pós-operatória são feitos com oito dias decorridos da cirurgia. Retornos adicionais serão comunicados pelo cirurgião e devem ser seguidos para uma completa recuperação e avaliação dos resultados;
- O sutiã deverá ser usado por um período mínimo de 30 dias, durante todo o dia, inclusive para dormir, mas as particularidades de cada caso serão avaliadas, e este período poderá ser até mesmo prolongado. O médico dará todas as orientações;
- Não dirigir por um período mínimo de três semanas;
- Não carregar peso por no mínimo três semanas;
- Não fazer movimentos amplos e bruscos com os braços por cerca de dez dias;
- Após três meses, poderá retornar a suas atividades físicas habituais como ginástica e natação;
- Exposição ao sol, com o intuito de bronzear, somente será permitida após 30 dias. Até aí, pequenas caminhadas, sob o sol, poderão ser feitas com o uso de bloqueadores solares;
- Vida sexual, com moderação estará liberada após oito dias da cirurgia;
- Deverá ser realizada massagem nas mamas após 15 dias da cirurgia, sendo esta auto massagem realizada no banho e previamente ensinada pelo seu médico.

INTERCORRÊNCIAS

As intercorrências são situações que surgem no período pós-operatório e não interferem no resultado. São exemplos:
- equimoses (manchas roxas na pele);
- edema (inchaço);
- pequenos hematomas, que podem drenar espontaneamente ou necessitar drenagem cirúrgica;
- eliminação de pontos internos (por volta de três semanas após a cirurgia);
- deiscência de pontos (abertura do corte);
- alterações transitórias da sensibilidade, etc.

A formação de uma cápsula fibrosa envolvendo as próteses é uma intercorrência indesejável que pode ocorrer. Com o advento das próteses mais modernas e de melhor qualidade, tal incidência caiu de 30% para cerca de 2% a 4 %. O organismo reage de maneira a expulsar qualquer material estranho nele introduzido. Não podendo fazê-lo com as próteses, o corpo cria uma cápsula fibrosa, para isolá-las completamente do seu contato. Assim, todas as próteses são recobertas por uma cápsula de diferentes espessuras, que começa a se desenvolver após algumas semanas da cirurgia. O grau de encapsulamento é variável, podendo ir de imperceptível (não necessitando de tratamento cirúrgico) até o comprometimento das mamas com dor e deformidade. Neste extremo, o tratamento é cirúrgico, com substituição ou mesmo retirada das próteses.

Outras intercorrências mais complexas, que felizmente são raras:
- infecção;
- grande deiscência (abertura) de pontos;
- necrose (morte) parcial ou total da pele das aréolas;
- grandes hematomas, que precisam ser drenados e as intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico.
Nestas eventualidades, é fundamental manter a calma e conversar profundamente com o médico, que cuidará atentamente do caso. A paciente não deve transmitir a existência destas intercorrências a amigos e familiares. Eles poderão deixá-la insegura, nada podendo fazer efetivamente para ajudá-la. Isto gera angústia dúvidas e insegurança. Continuar confiando no médico ainda é o melhor caminho e ele saberá como ajudar.

EVOLUÇÃO EM LONGO PRAZO

A mastoplastia de aumento associada ou não a mastopexia não é cirurgia para o resto da vida. A qualidade dos resultados sofre alterações contínuas, ao longo dos anos. Alguns fatores como idade, variação do peso corporal, qualidade e textura da pele, influências hormonais, gravidez, lactação, substituição adiposa das glândulas mamárias e outros interferem, de forma incisiva, nas mamas, independentemente de terem ou não sido operadas. Existe, ainda, a possibilidade da troca das próteses por outras de maior ou menor volume, de acordo com a vontade da cliente ou a necessidade de adequação às novas condições das mamas. Assim, nova cirurgia poderá ser indicada quando, com o passar do tempo, estas alterações se apresentarem, alterando o formato e/ou volume mamários. As próteses ficam posicionadas como na cirurgia do implante, porém, os tecidos mamários, que a elas se sobrepõem, sofrem a ação dos diversos fatores acima relacionados, podendo necessitar de remodelação posterior, ou seja, correção de algum grau de ptose (queda).

TROCA DAS PRÓTESES

A troca das próteses mamárias, hoje em dia, somente é recomendada nos casos de ruptura, deformidades morfológicas, encapsulamento severo, infecção ou desenvolvimento de doenças mamárias incompatíveis com a permanência deste corpo estranho no organismo. O controle mamográfico e cirúrgico rigoroso irá detectar estas alterações, indicando a troca. Não há obrigatoriedade de troca a cada 10 anos.

IMPORTANTE: Resultados definitivos somente devem ser considerados após 12 meses decorridos da cirurgia. As cirurgias de retoques, quando necessárias, serão aconselhadas pelo cirurgião, devendo-se respeitar o tempo necessário para a adequação dos tecidos e acomodação das cicatrizes. Quando realizadas em momento inoportuno, podem não alcançar os resultados desejados. Os retoques não significam incapacidade técnica, mas sim uma revisão cirúrgica para se alcançar resultados ainda melhores.

http://www.materdei.com.br/servicos/plastica_5.jsp

6 comentários:

diana alexandra disse...

Boa tarde!
fiquei bastante esclarecida,so tenho uma pergunta a fazer.Eu fiz uma mamoplastia a 17 meses,ate agora tudo bem a não ser o peito direito,E normal passado este tempo sentir dores com a mudança de tempo?E tb não posso fazer muito esforço com esse braço faz-me doer.e sinto a volta do mesmo peito um bocado duro em relação ao outro é normal?
Obrigada.
Diana

Purple Butterfly disse...

a tua resposta em http://mamoplastiadeaumento.blogspot.com/2008/06/diana-alexandra-disse.html

bjinhos e boa sorte!!
vai dando notícias!

Anónimo disse...

Boa tarde!

Eu fiz a cirurgia e coloquei a protese dia 06/11/09.
Ainda sinto as dores e a diferença da mama direita para a esquerda assim como Diana Alessandra disse sentir.
Coincidencia trata-se de mesmos sintomes, na mama do mesmo lado!

Coloquei a proteses Silimed, que segundo o meu cirurgião a mesma está relacionada entre as melhores de nosso país.
No entnato minha tia que foi procurar um cirurgião em Buenos Aires, disse que a MENTOR é a melhor, pois evita o risco de encapsulamento que a outra tem apresentado.
Gostaria de algumas informações a respeito do assunto.
Se isso trata-se de especulações ou se existe mesmo algo consistente que diga erespeito a esse assunto.
Se possivel mandar resposta para meu e-mail:
adm@sidersul.com.br
No aguardo,

Abrços,

Anónimo disse...

Olá!
Ja com estrias nas mamas, ao fazer a mamoplastia de aumento nao se ficarao a notar mais as estrias? Em vez de ficarem escondidas pelo soutien, nao "subirao" para o decote?
Beijinhos e parabens a todas!

Anónimo disse...

Bom, dia! Fiz uma mamoplastia no dia 5 de março e em uma semana começou a aparecer hematomas na região lateral da barriga, após 15 dias tive sagramento e fui operada novamente na emergencia para drenar os hematomas, fiquei 3 dias com os drenos e agora estou me rcuperando. O médico tem me dado assistencia em casa. Gostaria de saber se isso é comum de acontecer ou é um erro médico?
Favor responder para vanda@folha.com.br

fernanda disse...

bom dia a todos que este acompanha bloge fiz uma cirurgia no passado dia 13. hoje faz uma semana .. ando preocupada fiz por cima do musculo e coloquei 300ml .. ainda me doi muito nao sinto bem o peito e esta muito duro vou amanha no medico.. tenho medo do sonho passar o pesadelo... demorei muito para fazer tinha muito medo.. agora que fiz tenho medo que corra mal.... quando tempo que o peito de voces ficou duro? esta mesmo duro.. estou feliz mais com receio .. minha amiga fez e nao ficou duro como o meu passado uma semana... si alguem poder me ajudar meu email e fernanda.222@live.com.pt obrigado a todos foi por este bloge que resolve fazer... voces ajudam muito beijos